ah, as malditas regrinhas de adequação…

7 de janeiro de 2015

Oi, pessoal, tudo bem?

Como passaram de festas de final de ano? Espero que muito bem!

Para o post de hoje, pensei em falar sobre um assunto que, inclusive, me fez refletir bastante nas férias: as tais regrinhas de adequação que são divulgadas como se fossem mantras por aí.

Eu, honestamente, não gosto da maneira como o assunto é abordado em uma série de revistas de moda. Quer dizer que eu, sendo gordinha, não posso usar uma calça branca? Ou se eu for magrela, vou cometer um grande pecado na vida se sair por aí exibindo minhas pernas finas?

Muito se discutiu e comentou no ano de 2014 a respeito do espaço da mulher na sociedade e, ainda bem, que percebo um movimento contra uma série de padrões que nos foram impostos ao longo dos anos, tipo essas regrinhas de estilo.

Regrinhas essas que foram feitas para as pessoas consideradas fora de um padrão que não existe, porque somos seres humanos únicos – apesar de sermos em estrutura e composição todos iguais.

E ainda bem que somos únicos! Por termos uma trajetória tão especial, convivendo com outras pessoas que também possuem suas histórias de vida, é natural que tenhamos preferências e gostos diferentes uns dos outros.

Por isso mesmo é tão importante seguir a voz da intuição em todos os aspectos da vida, principalmente quando falamos de moda. Basear a satisfação pessoal num padrão de vida que não existe tem danos muito maiores do que estar desconfortável por “obrigação”.

Gosto do início de um novo ano para refletir sobre o que passou e, principalmente, sobre o que pode ser mudado. E deixar de ouvir tanto as vozes externas do Instagram, do Facebook e das revistas de moda já é um bom começo.

Que todos tenham um ano novo muito produtivo, repleto de amor e boas notícias!

Um beijo!