dicas para aproveitar melhor as liquidações

14 de janeiro de 2015

Todo mês de Janeiro é bem parecido: tudo que é produzido em excesso e acaba não vendendo no Natal, tem o preço reduzido quase que pela metade no início do ano. E como lidar com a tentação de querer comprar mais do que se precisa?

Antes de mais nada, tenho uma pequena reflexão para fazer: as meninas da Oficina de Estilo escreveram há pouco tempo um texto sobre a tradição de “passear no shopping” aos finais de semana. Aproveito para transcrever um trecho que gostei muito aqui:

O sistema quer que a gente compre pra existir ou pra ser reconhecido — mas a gente já existe! E já tem família e amigos conquistados na vida, que já amam a gente sem que a gente precise comprar nada. Passeio em shopping – especialmente esse do fim de semana “sem pretensão” — rende compras feitas quase sempre sem necessidade ou demanda raciocinada, que rolam só por ocasião do passeio. Na hora é sempre gostoso comprar aquela coisinha, mas depois pode vir angústia, frustração, culpa… e a gente vai querendo comprar mais pra sentir o gostosinho da hora de novo. E assim a gente vai abrindo mão do fim de semana, de viver a vida do lado de fora, de adquirir experiências e interagir com pessoas… pra encher o armário com MAIS roupa.”

Se mesmo assim a vontade de “dar uma olhadinha nas vitrines” for muita, eis algumas dicas para prestar atenção antes de decidir fechar a compra:

– verifique as costuras e acabamentos: muitas das roupas em liquidação estão na loja há muito tempo e, por isso, podem ter sido experimentadas por muitas pessoas; nesses casos, pode ocorrer de uma linha descosturar, de um botão cair, de uma manga lacear…

– assim como as compras de mercado, é sempre legal planejar a compra das nossas novas roupas também. As liquidações são um ótimo momento para realizar uma checagem na lista…

– li em algum lugar uma frase muito interessante: “se a mesma peça está aos montes em liquidação, é sinal de que alguma coisa nela não funciona: modelagem? modelo? caimento?”. Só experimentando para saber…

– também não custa perguntar se a loja aceita trocas: às vezes, por conta da remarcação, muitas lojas não aceitam devolução; é bom se informar, para evitar transtornos.

– e, pra finalizar: se, por um acaso, aquela peça que você experimentou, gostou e namorou durante meses estiver por um precinho camarada, é certeza de um bom investimento!

Até a próxima!

ah, as malditas regrinhas de adequação…

7 de janeiro de 2015

Oi, pessoal, tudo bem?

Como passaram de festas de final de ano? Espero que muito bem!

Para o post de hoje, pensei em falar sobre um assunto que, inclusive, me fez refletir bastante nas férias: as tais regrinhas de adequação que são divulgadas como se fossem mantras por aí.

Eu, honestamente, não gosto da maneira como o assunto é abordado em uma série de revistas de moda. Quer dizer que eu, sendo gordinha, não posso usar uma calça branca? Ou se eu for magrela, vou cometer um grande pecado na vida se sair por aí exibindo minhas pernas finas?

Muito se discutiu e comentou no ano de 2014 a respeito do espaço da mulher na sociedade e, ainda bem, que percebo um movimento contra uma série de padrões que nos foram impostos ao longo dos anos, tipo essas regrinhas de estilo.

Regrinhas essas que foram feitas para as pessoas consideradas fora de um padrão que não existe, porque somos seres humanos únicos – apesar de sermos em estrutura e composição todos iguais.

E ainda bem que somos únicos! Por termos uma trajetória tão especial, convivendo com outras pessoas que também possuem suas histórias de vida, é natural que tenhamos preferências e gostos diferentes uns dos outros.

Por isso mesmo é tão importante seguir a voz da intuição em todos os aspectos da vida, principalmente quando falamos de moda. Basear a satisfação pessoal num padrão de vida que não existe tem danos muito maiores do que estar desconfortável por “obrigação”.

Gosto do início de um novo ano para refletir sobre o que passou e, principalmente, sobre o que pode ser mudado. E deixar de ouvir tanto as vozes externas do Instagram, do Facebook e das revistas de moda já é um bom começo.

Que todos tenham um ano novo muito produtivo, repleto de amor e boas notícias!

Um beijo!

mantendo a dignidade no calor do verão

10 de dezembro de 2014

Não sei vocês, mas eu não suporto calor. Então, sempre que possível (ou necessário!), eu busco soluções para aplacar o sofrimento que é manter a dignidade com uma temperatura digna de inferno.

E, como o verão está quase aí, achei mais do que justo e necessário compartilhar algumas sugestões para driblar o calorão e continuar se sentindo confortável.

A primeira delas, claro, é escolher tecidos naturais (com exceção da lã, né?!). Como já escrevi num texto passado, tecidos como linho, algodão e seda, por serem feitos de fibras naturais, possuem “espaços” entre os fios que permitem que a roupa e, consequentemente, o corpo, respirem. E além de trazer essa sensação de conforto, o tecido natural também não acumula odor, justamente por conta da circulação de ar.

É muito normal nessas épocas de calor a gente ver muitos homens de terno sofrendo pra continuarem alinhados. Isso é porque os ternos geralmente são feitos de tecido sintético e, além disso, possuem o forro do mesmo tipo de tecido, ou seja: uma dupla camada (!!) de tecido ‘não-respirável’…

Mas, nem tudo está perdido para os tecidos sintéticos, esses coitados. Existem muitas viscoses boas no mercado, que possuem um toque mais gelado, e que são ideais para serem usadas no dia-a-dia sem a sensação de abafamento. Para saber de um tecido sintético é de boa qualidade é tateá-lo, para sentir seu toque. A mão deve escorregar pelo tecido…

Nos pés, sapatos abertos ou sandálias que deixem os dedinhos de fora. Sapatos fechados não são proibidos, porém, no calor, os pés também transpiram e mantê-los num calçado fechado por mais de algumas horas, pode trazer desconforto e chulé também, né?

Como geralmente dias quentes são bastante úmidos, manter os cabelos presos pode trazer uma sensação de conforto maior do que os cabelos totalmente soltos. Existem maneiras muito interessantes de prender o cabelo sem perder o charme.

Na maquiagem, vale a regra: quanto menos, melhor. Alguns produtos são multiuso, como o BB Cream, por exemplo, que já fazem a função do protetor solar + base (aliás! Protetor solar nesses dias de verão é mais do que necessário, hein?). Também é legal optar por produtos com composições mais leves, como os blushes em formato de mousse e balms para os lábios.

E, pra continuar mantendo a dignidade, tenha sempre por perto toalhinhas, lenços umedecidos, lenços anti-brilho e grampos de cabelo. Tudo pra tornar a vida mais prática! ;-)

Vou postar aqui algumas outras imagens que pesquisei, para inspirar vocês!

Até a próxima!

você não é um número

21 de novembro de 2014

Se o mundo feminino pudesse ser divido em duas partes, eu estaria do lado das mulheres que acreditam que as revistas sobre moda, beleza e saúde exercem um poder negativo nas nossas escolhas, todos os dias.

A fórmula para a felicidade dentro dessas publicações é posta como um padrão, um caminho único. Só que a busca por esse caminho proporciona mais sentimentos ruins do que realmente felizes: essa “não-adequação” (muitas aspas nesse termo!!) causa frustração, ansiedade, angústia e uma autoestima lá no chão. Tudo isso porque não somos o que um pedaço de papel dita como certo.

Eu já fui vítima, durante muitos anos, dessas publicações. Já sofri demais por não ser adequada aos padrões disseminados aos quatro ventos. E, por ter sentido essa frustração na pele, me sinto no dever de, timidamente, levantar a bandeira contra essa busca incessante pela perfeição, principalmente no que vemos refletido no espelho: nossa imagem.

imagem linda da artista Carol Rossetti

imagem linda da artista Carol Rossetti

Não é a marca da sua maquiagem, da sua bolsa e do seu sapato que definem quem você é. Não é o número da sua calça jeans. Você não é um número, e não importa o quanto maior ele seja, você continua NÃO SENDO esse número.

É incrível a quantidade de mulheres que correm atrás de uma calça 38, simplesmente porque ALGUÉM disse em ALGUM momento que isso era certo. E o pior: basear a felicidade e a satisfação com o corpo quando alcançar esse número (!!!).

Você pode vestir 38, 42 ou 60 mas lembre-se que junto com o corpo, você também tem uma mente e, para quem acredita assim como eu, um espírito. Já escrevi isso num texto antigo, mas nada flui bem se esses três alicerces não estiveram trabalhando juntos, como uma equipe.

Não se deixe influenciar pelas revistas; muito menos pelo que os outros ACHAM que é certo. Escute, sempre que possível, a voz mais poderosa e sábia que existe: a sua própria consciência. Nada melhor que estar bem na própria pele.

Como diria a banda Queen, “abra as suas asas e voe para longe”! ;-)

Queen – Spread Your Wings

Beijos!

cuidados e dicas de conservação: lavando as roupas

4 de novembro de 2014

Agora que nós já conhecemos os tecidos, os caimentos e também já conversamos sobre consumo consciente, vamos conversar sobre cuidados e dicas para a conservação das nossas tão queridas roupas?

O zelo independe do preço que pagamos pela peça. Esse cuidado, além de ser um carinho na nossa autoestima, é uma forma respeitosa de valorizarmos nossa imagem, que é a maneira que o outro nos percebe.

Esse cuidado começa antes mesmo de comprarmos a roupa: sempre que possível, analise costuras, botões, fios puxados, buraquinhos e manchas. Será que vale a pena investir dinheiro numa peça que já aparenta ter um problema desses?

Para iniciarmos a série de textos sobre cuidados e dicas de conservação, vou falar sobre a lavagem das roupas.

Fiz uma pesquisa sobre algumas dicas de manutenção e encontrei algumas sugestões bem legais:

(*) SEMPRE siga as instruções que estão na etiqueta. Ela indica qual temperatura ideal para a peça ser lavada, se ela pode ser centrifugada, se ela deve ser lavada à mão, etc…

(*) Algumas fontes sugerem não ser uma boa ideia lavar as roupas na água quente porque a temperatura da água influencia diretamente na fibra do tecido e, em alguns casos, pode até encolher a peça.

(*) Depois de separar as roupas entre claras, escuras e coloridas, vale fazer uma pré-inspeção: alguma peça está manchada? Se sim, as manchas podem ser removidas com sabão de coco ou pré-detergente (existem ótimos produtos no mercado com essa finalidade!).

(*) Antes de colocar as roupas na máquina: inspecione bolsos, feche botões, desfaça nós e desdobre mangas. No caso de calças jeans escuras, o recomendado é que elas sejam lavadas do avesso, para não desbotarem.

(*) É sempre bom diluir o amaciante em água para que as peças não fiquem manchadas (principalmente as escuras!). Aqui, vai uma opinião pessoal minha: acho que sabão líquido funciona melhor em roupas escuras e sabão em pó trabalha bem em roupas claras.

(*) Peças delicadas devem ser lavadas a mão, de preferência com sabão de coco ou sabão líquido próprio para elas.

(*) Na hora de secar as roupas, uma dica bacana: pendurar as camisas e camisetas em cabides, para que elas não fiquem muito amassadas, facilitando o momento de passa-las.

(*) Para passar as roupas, sempre verifique a temperatura do ferro. Algumas peças possuem restrições, principalmente as feitas de tecido sintético, que podem queimar (lembra que tecido sintético é feito de plástico?). Roupas de tecido natural suportam temperaturas maiores.

(*) Para evitar desgastes nas peças, uma boa sugestão é passar o ferro no avesso das roupas e, ao desvirar, passar o ferro apenas para arrematar o processo.

E você? Tem alguma sugestão ou truque de ouro? Compartilhe conosco usando o campo de comentários! ;-)

Até a próxima,

Júlia

tecidos: diferenças, benefícios e desvantagens

16 de outubro de 2014

Oi, pessoal, tudo bem? :-)

Durante esse mês de Outubro, estou escrevendo alguns textos em colaboração para o ótimo Costanza Who?  e, como os temas têm muita relação com o que eu escrevo aqui no blog, vou transcrevê-los por aqui também.

O texto de hoje fala sobre tecidos. Quais as diferenças, benefícios e desvantagens?

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Apesar de não levarmos muito em consideração o assunto antes de passarmos o cartão, o tecido de uma roupa é uma das coisas que mais determinam sua qualidade e durabilidade, sabiam?

Segundo o ótimo Guia Prático de Tecidos, de Maria Helena Daniel, os tecidos podem ser classificados em sintéticos e naturais. No grupo dos naturais, existem somente quatro modelos: lã, linho, algodão e seda.

A vantagem de roupas feitas em tecidos naturais é a durabilidade, a resistência, o toque e o fato delas serem “respiráveis”, ou seja, mais frescas do que as roupas feitas em tecido sintético. A desvantagem é que, geralmente peças feitas de tecido natural, são mais caras, amassam e podem desbotar com o passar do tempo.

Já as roupas feitas em tecido sintético aquecem mais, secam mais rápido, desbotam pouco e dificilmente amassam (boas para viagem!). Também, geralmente, são mais baratas. A desvantagem é que elas podem ficar com um cheiro desagradável (por serem tecidos “não-respiráveis”), queimam com bastante facilidade, além de terem uma durabilidade menor (criam bolinhas, encolhem, as costuras entortam…).

Uma coisa é regra: todo tecido que estica tem um mínimo de sintético em sua composição porque tecidos 100%  naturais não esticam, são planos.

Por isso também, aqui vai outra dica bacana: peças feitas em tecido natural devem ficar penduradas em cabide, enquanto roupas de tecido sintético, que esticam, devem ficar dobradas pois tendem à deformar.

As informações sobre a composição das roupas estão sempre na etiqueta que fica dentro da peça. A conta, para saber se uma peça vale o que custa, pode ser feita assim:

– se a peça tem MAIS porcentagem de tecido NATURAL do que de SINTÉTICO, pode se justificar o preço cobrado por ela (geralmente são peças mais caras!). Se estiver disponível por um preço baixo, é certeza de boa compra.

– se a peça tem MAIS porcentagem de tecido SINTÉTICO do que de NATURAL e está se cobrando um preço muito alto por ela, vale a pena refletir antes de passar o cartão. Um tecido sintético de qualidade geralmente possui trama mais fechada e é mais opaco.

O bacana é ter consciência do que se está comprando. A chance de se arrepender de uma compra consciente é quase nula!

a semana de moda e como ela pode ser aplicada na vida real

8 de outubro de 2014

Dias atrás, tive uma conversa muito bacana com a minha cunhada (beijo, Carol!) sobre a semana de moda em Paris, que ocorreu agora em Outubro, e resolvi compartilhar algumas impressões aqui, com vocês.

Por mais que a gente sempre ache que os desfiles são inacessíveis, feitos para pessoas imaginárias em um contexto que, teoricamente, não existe, acredito que essa versão da vida pode servir para colocarmos em prática o senso estético que, às vezes, se perde por aí.

Mas, para minha grata surpresa, a semana de moda em Paris esse ano foi muito possível. O que foi visto na passarela, vejam só, são opções pra vida real. Roupas que podem servir de inspiração para uma próxima compra, modelagens mais democráticas e combinações de cores e texturas bem interessantes.

Olha só que legal algumas roupas do desfile da Elie Saab. Bom pra ter de referência pra próxima festona!

Olha só que legal algumas roupas do desfile da Elie Saab. Bom pra ter de referência pra próxima festona!

É claro que não é todo mundo que tem paciência ou vontade de acompanhar ferozmente o conteúdo das semanas de moda nas revistas ou na internet. Mas vejo que está acontecendo, mesmo que silenciosamente, uma aproximação da realidade. A moda “de passarela” está, finalmente, descendo do salto.

Desfile da Stella McCartney, na mesma semana de moda.

Desfile da Stella McCartney, na mesma semana de moda.

Um exemplo muito legal que aconteceu nessa semana de moda foi o desfile da Chanel. As roupas continuam sendo complexas num primeiro olhar, mas Karl Lagerfield (estilista da marca) se baseou nas últimas notícias sobre girl power (e o discurso lindo sobre o tema da atriz Emma Watson!) e protestos nas ruas para criar uma atmosfera de aproximação da vida real. O cenário, inclusive, imitava uma rua e as modelos desfilaram de uma maneira despretensiosa, conversando entre elas.

Desfile da Chanel

Desfile da Chanel

Por mais que esse processo de democratização da moda ainda esteja engatinhando, vejo a mudança com bons olhos. O importante é manter a mente aberta para novas possibilidades, treinando nosso senso estético e sabendo muito bem quem a gente é e se aquilo que está sendo exposto e desfilado cabe, de alguma maneira, na vida que a gente tem.

Louis Vuitton propondo uma cartela de cores super apropriada pro trabalho, por exemplo.

Louis Vuitton propondo uma cartela de cores super apropriada pro trabalho, por exemplo.

Até a próxima! ;-)

 

{dicas espertas} sobre partes de cima

26 de setembro de 2014

Vamos continuar a semana das mulheres, com mais algumas dicas espertas de estilo?

Hoje, vamos conversar sobre caimentos x parte de cima. Sei que muitas mulheres têm o combo peitos grandes e barriguinha saliente e, dependendo da ocasião, vesti-los pode ser uma complicação extra.

Como disse no texto de quarta-feira, acho muito chata essa cobrança pela perfeição que nós mulheres sentimos, principalmente pela mídia. Também não gosto de regrinhas prontas, que limitam nossa criatividade. O importante é se sentir BEM, independente da roupa, da cor, do caimento… se essa roupa que nos faz bem, ainda por cima, consegue realçar nossas qualidades, melhor ainda!

O ideal para mulheres que têm o peso visual na parte de cima do corpo é usar uma peça que “acomode” os peitos de uma maneira que a camisa, por exemplo, não fique com os botões “estourados”, sabem? Não tem problema NENHUM em comprar uma camisa de um número maior do que se habitualmente usa (vou falar desse assunto específico mais pra frente!). O importante MESMO é que a roupa não passe a impressão de que está apertada ou larga demais.

camisa soltinha, um pouco aberta.

camisa soltinha, um pouco aberta.

Geralmente mulheres que são maiores na parte de cima, tendem a ser menores nas pernas, tendo pernas mais finas, por exemplo. Chamar a atenção para as pernas, usando uma saia ou uma calça mais clara, podem ajudar a disfarçar também.

bermudinha larga. camisa soltinha e formando um "V"

bermudinha larga. camisa soltinha e formando um “V”

Camisetas com gola “V” ou que deixem o colo à mostra são boas opções, junto com brincos que tragam a atenção para o rosto.

Cachecóis muito volumosos, lenços muito rentes ao pescoço, colares com muita informação, babados, franzidos, tecidos muito elásticos/grudados à pele dão a impressão de que os peitos/barriga são maiores. Aqui, vale a dica que dei na semana passada: o ideal é que a roupa seja fique um pouco soltinha, não prenda muito os movimentos, dê a sensação de que tudo está “seguro & confortável”, sabem?

camisa ajustada!

camisa ajustada!

terceira peça! <3

terceira peça! <3

Sempre que possível, opte por tecidos planos e peças estruturadas, como blazers, camisas, jaquetas… a terceira peça é bem legal também porque, assim como para os homens, causa a impressão de verticalidade.

Dúvidas? Só escrever para ocadernoblog@gmail.com, tá? :-)

Um beijo

quero mais!