e vejo cores em você…

28 de janeiro de 2015

Provavelmente você já deve ter ouvido aquela frase clássica: “nossa, como você ficou bem com essa cor!”, acertei?

Por mais que, durante a correria do dia-a-dia, a gente não preste muita atenção nisso conscientemente, as cores representam muito as nossas ‘sensações’ no dia.

As vezes, sem querer, escolhemos usar roupas pretas quando não queremos muito papo. Ou uma blusa amarela quando estamos muito felizes ou uma vermelha para chamar a atenção de alguém especial.

Quem percebeu isso foi Johannes Itten, artista plástico e professor da escola de design alemã Bauhaus. Durante suas aulas, ele percebeu que os alunos que estavam estudando cores acabavam optando pela cartela de cores/nuances mais harmoniosos com a sua pele e cor dos olhos e dos cabelos.

Essa “teoria” começou a ser utilizada nas roupas aproximadamente na década de 70, na Califórnia, Estados Unidos. Foi nessa época que o livro Color me Beautiful, de Carole Jackson, foi lançado e que as primeiras consultoras de estilo começaram a aplicar técnicas de coloração nos seus clientes, de acordo com os conceitos transmitidos pelas estudiosas da área.

Segundo a teoria primária sobre o assunto, todas as pessoas do mundo podem ser dividas em quatro grandes conjuntos de cores: primavera, verão, outono e inverno. Existem cores e tonalidades que realçam a beleza de cada um de acordo com algumas características, como a cor dos olhos, da boca, da pele e dos cabelos.

Hoje em dia, a análise de cores faz parte do processo da consultoria de estilo e possui variantes de cartela de cores que partem do princípio dessa teoria dos quatro conjuntos de cores. Uma pessoa pode ser “outono profundo” ou “verão puro”, por exemplo. Mas esse assunto rende outro post, mais explicadinho… ;-)

Um beijo!

imagem de Paul Malon, feita nos anos 50.

imagem de Paul Malon, feita nos anos 50.